Corinthians
Darwin Gaming Launch Exclusive Pixbet Content with WeAreCasino
WeAreGame, via its casino vertical WeAreCasino, has launched two exclusive instant win games for Pixbet. Created by Darwin Gaming, the titles – Mengão Penalty Show and Timão Penalty Show – are designed to appeal to fans of Brazilian soccer’s Flamengo and Corinthians.
Pixbet has plenty of iGaming, betting and entertainment options, catering to even the most unique tastes. These two exciting games will go a long way to impact Pixbet’s stronghold in Brazil further.
The exceptional new games have been crafted specifically for Pixbet and its thriving Brazilian market. Each exhilarating game is associated with one of Latin America’s most famous football teams, Flamengo and Corinthians.
Both teams are renowned for their noble history in the beautiful game and deserve the illustrious treatment served by the talented creative team at Darwin Gaming. The exclusive instant win games provide fans, and anyone else, the chance to enjoy a unique play on the popular betting site with a distinctly Brazilian flair.
The two premier football clubs, Clube de Regatas do Flamengo and Sport Club Corinthians Paulista, are well known in their home country, in the broader Latam market, and globally, making them the ideal choice for the new endeavor.
The penalty shoot-out-style games take the player on a thrill-a-minute journey through the history of each club, playing alongside all the greats, including icons like; Adriano Imperador and GabiGol from Flamengo, and Socrates, Marcelinho Carioca and Renato Augusto of Corinthians.
Each club’s vibrant colors and anthems adorn the games, giving each a distinctive and immersive feel. Rich animations, authentic sounds and top-quality game mechanics provide a first-rate experience that will fire up any football fan’s heart.
Brasil
No próximo ciclo do iGaming regulado, contexto será tão importante quanto tecnologia”
O Esportes Gaming Brasil, companhia 100% nacional por trás das marcas Esportes da Sorte, Onabet e Lottu, vive um dos seus períodos mais ativos desde o lançamento sob o marco regulatório brasileiro de apostas.
O grupo se posiciona hoje como o segundo maior operador do país, com a maior parte da sua tecnologia desenvolvida e gerida internamente a partir de Recife, no Nordeste brasileiro.
A companhia conquistou a certificação Great Place to Work, o ouro no Prêmio CX ClienteSA 2026 na categoria “Apostas Esportivas e Jogos Online”, após auditoria independente conduzida pela V2 Consulting,
O Esportes da Sorte acaba de lançar duas campanhas de grande repercussão: “Torça como um Corinthiano”, construída em torno da parceria da marca com o Corinthians e da resiliência de uma das torcidas mais apaixonadas do futebol brasileiro, e “Convoque“, campanha multiplataforma para a Copa do Mundo que transforma o icônico chapéu azul do Esportes da Sorte em um universo narrativo com criadores, músicos e personalidades do esporte.
No centro da infraestrutura tecnológica da companhia está Ruy Conolly, Chief Technology Officer do grupo.
Nesta entrevista, Conolly fala sobre como a companhia construiu sua própria camada interna de inteligência para risco, dados e governança; por que o Nordeste se tornou um hub estratégico real para o iGaming no Brasil; e o que significa tratar o compliance como infraestrutura e não como burocracia.
GA – Ruy, você estruturou uma camada interna de inteligência operacional, dados e governança de risco. Como essa tecnologia se diferencia das soluções de mercado e qual foi o maior desafio técnico ao integrá-la aos fluxos críticos da operação?
Ruy Conolly – Eu costumo dizer que a principal diferença não está apenas no uso de inteligência artificial, mas na capacidade de transformar dados operacionais em decisão confiável e auditável.
As soluções de mercado são importantes e cumprem um papel relevante, mas muitas vezes chegam como camadas externas, padronizadas, com baixa aderência ao contexto real da operação.
O que buscamos internamente foi construir uma camada de inteligência mais próxima da jornada transacional, dos eventos operacionais, dos sinais de risco e dos requisitos regulatórios brasileiros.
O maior desafio técnico não foi simplesmente processar volume. Volume se resolve com infraestrutura. O desafio real foi criar uma arquitetura em que os dados fossem consistentes, auditáveis e úteis para tomada de decisão.
Em uma operação regulada, um sinal mal calibrado pode gerar fricção desnecessária para o cliente, enquanto um sinal ausente pode gerar risco para a empresa. Então a tecnologia precisa equilibrar velocidade, precisão e governança.
Para mim, esse é o ponto central: IA em iGaming não pode ser tratada como ornamento. Ela precisa estar ligada a dados bem estruturados, rastreabilidade, critérios claros e capacidade de revisão humana.
Você frequentemente destaca o Nordeste como um motor estratégico. Como a localização da sua equipe de tecnologia influencia na agilidade para implementar mudanças regulatórias em comparação com operadoras que dependem 100% de plataformas estrangeiras?
A localização influencia menos pelo CEP e mais pela proximidade cultural, operacional e decisória com o problema.
O Nordeste tem uma característica muito forte de execução. As pessoas estão próximas do negócio, entendem o comportamento do público brasileiro, conhecem a dinâmica local de pagamento, atendimento, aquisição, risco e operação.
Isso cria uma vantagem importante em um mercado regulado, porque a regulação não é apenas uma regra jurídica; ela precisa virar fluxo de produto, validação de dados, permissão, relatório, alerta, atendimento e experiência do usuário.
Quando uma operadora depende 100% de uma plataforma estrangeira, muitas vezes ela entra em uma fila global de prioridades.
A mudança regulatória brasileira concorre com demandas de outros países, outros mercados e outros roadmaps. Quando você tem inteligência técnica local, consegue traduzir a exigência regulatória em execução com muito mais velocidade.
O Nordeste, nesse sentido, não é uma alternativa periférica. É um centro real de capacidade operacional, tecnológica e estratégica para o setor.
Você esteve à frente de iniciativas educativas, como workshops sobre manipulação de resultados para atletas. Como o seu time de tecnologia trabalha em conjunto com ferramentas de monitoramento global, como Sportradar, para detectar anomalias que possam indicar manipulação de resultados?
A integridade esportiva precisa ser tratada como um ecossistema. Não existe uma única ferramenta, uma única base ou uma única leitura capaz de resolver tudo sozinha.
Ferramentas globais de monitoramento são fundamentais porque trazem uma visão ampla de mercado, padrões internacionais, movimentações atípicas e inteligência especializada.
O papel do time de tecnologia interno é conectar esses sinais com a realidade operacional da casa: dados de apostas, comportamento transacional, histórico, exposição, limites, padrões de recorrência e contexto local.
Mas existe um ponto importante: tecnologia não substitui governança. Ela organiza sinais, reduz ruído, melhora tempo de resposta e ajuda a priorizar investigação. A decisão responsável exige processo, análise humana, registro, rastreabilidade e interação com áreas como risco, compliance, jurídico e integridade.
Nos workshops, a mensagem para atletas é complementar a isso: manipulação de resultados não é apenas um problema de aposta. É um problema de educação, cultura, prevenção e responsabilidade
coletiva. Tecnologia ajuda a detectar, mas o setor precisa também atuar antes do problema acontecer.
Ao integrar soluções de parceiros, qual é o seu critério técnico principal para garantir que a experiência do usuário não sofra latência, considerando a infraestrutura de internet brasileira?
O primeiro critério é entender que integração não pode ser tratada apenas como conexão técnica. Integração é experiência do usuário, risco operacional e reputação da marca.
Antes de qualquer integração relevante, avaliamos estabilidade, tempo de resposta, resiliência, observabilidade, capacidade de auditoria e impacto na jornada. Não basta o parceiro funcionar em um ambiente controlado.
Ele precisa funcionar bem na realidade brasileira, com diferentes dispositivos, redes móveis, regiões e padrões de conectividade.
O ponto principal é desenhar a arquitetura para evitar que uma dependência externa degrade a experiência como um todo. Isso envolve monitoramento, filas, tratamento de falhas, retentativas controladas, logs claros, SLAs bem definidos e uma visão muito objetiva sobre o que é crítico para o usuário.
No fim, o usuário não quer saber se a latência veio da plataforma, do provedor, do jackpot, do meio de pagamento ou da autenticação. Para ele, a experiência é uma só. Por isso, o CTO precisa olhar integração como produto, não apenas como API.

Você mencionou que o iGaming virou um “empilhamento” de integrações que gera ruído. Na sua visão, qual é o primeiro passo para um CTO “desempilhar” essas camadas e devolver ao executivo uma visão clara, sem dashboards inflados e métricas redundantes?
O primeiro passo é separar dado de decisão. O mercado de iGaming criou uma cultura de muitos dashboards, muitas telas, muitos relatórios e pouca clareza.
Isso dá uma sensação falsa de controle. O executivo não precisa de mais uma tela; ele precisa entender o que está acontecendo, qual risco merece atenção, qual indicador realmente move o negócio e qual métrica está apenas repetindo outra com nome diferente.
Para “desempilhar”, o CTO precisa mapear as fontes de verdade. Quem é o dono do dado? Qual sistema registra o evento original? Qual métrica é operacional, qual é financeira, qual é regulatória e qual é apenas analítica? Sem isso, cada área cria seu próprio número, e a empresa passa a discutir relatório em vez de discutir decisão.
Depois vem a governança: padronização de conceitos, reconciliação, rastreabilidade, redução de redundância e construção de uma camada executiva simples.
A boa arquitetura não é a que mostra tudo. É a que mostra o essencial com confiança.
Como a estruturação de uma autenticação federada e a segmentação real de permissões deixam de ser apenas um item de segurança e passam a ser uma ferramenta de velocidade para o negócio?
Quando autenticação e permissões são mal desenhadas, segurança vira burocracia. Quando são bem desenhadas, segurança vira velocidade.
Em uma operação regulada, cada área precisa acessar o que é necessário para executar bem, mas sem exposição indevida de dados sensíveis. Se tudo depende de liberações manuais, exceções, acessos genéricos ou perfis amplos demais, a empresa fica lenta e vulnerável ao mesmo tempo.
A autenticação federada e a segmentação real de permissões criam um modelo mais maduro: acesso por função, trilha de auditoria, segregação de responsabilidade e redução de risco operacional.
Isso permite que tecnologia, compliance, atendimento, financeiro, risco e liderança trabalhem com mais autonomia, mas dentro de limites claros.
O ganho para o negócio é direto. Menos fricção interna, menos improviso, menos risco de vazamento, mais velocidade para lançar produtos, responder auditorias, atender regulador e tomar decisão.
Como a tecnologia da Esportes da Sorte está estruturada para garantir que o crescimento seja sustentável e não “frágil”, especialmente quando a escala de usuários sobe bruscamente?
Crescimento frágil é aquele que depende apenas de campanha, mídia ou volume. Crescimento sustentável exige estrutura.
Do ponto de vista tecnológico, isso passa por alguns pilares: dados confiáveis, integrações resilientes, observabilidade, segurança, governança de acesso, capacidade de auditoria e processos preparados para escala.
Em iGaming, não adianta crescer se a operação não consegue conciliar pagamentos, responder ao usuário, monitorar risco, proteger dados e cumprir exigências regulatórias.
A tecnologia precisa ser pensada como infraestrutura crítica. Ela não aparece apenas quando há problema. Ela sustenta a experiência do usuário, a operação financeira, a relação com parceiros, o compliance e a credibilidade da marca.
A minha visão é que escala não se mede apenas por quantos usuários entram. Mede-se por quanto da operação continua confiável quando esse volume cresce rapidamente.
É aí que se separa uma operação madura de uma operação apenas barulhenta.
Você disse no BiS SiGMA Americas que tecnologia não é mais diferencial, mas sim a execução. O que o time técnico no Nordeste entrega hoje, em termos de proximidade com o problema, que as soluções “enlatadas” estrangeiras não conseguem acompanhar?
A tecnologia virou mais acessível. Cloud, IA, APIs, provedores, dashboards e ferramentas estão disponíveis para todos. O diferencial deixou de ser ter acesso à tecnologia. O diferencial passou a ser saber executar com contexto.
Um time técnico próximo do problema entende as particularidades do usuário brasileiro, do PIX, da operação local, da regulação, do atendimento, da fraude, da comunicação e da velocidade com que o mercado muda. Essa proximidade permite ajustar rota mais rápido e construir soluções menos genéricas.
Soluções estrangeiras são importantes e fazem parte do ecossistema, mas muitas vezes elas chegam com uma lógica global. O Brasil exige adaptação. O Nordeste entrega justamente essa leitura de campo: menos distância entre problema, decisão e execução.
Na prática, isso significa transformar complexidade em rotina operacional. E essa talvez seja uma das capacidades mais valiosas do mercado regulado.
Muitos veem o compliance como um freio. Como você está desenhando a arquitetura para que as novas regras de 2026 sejam integradas de forma nativa, transformando o compliance em proteção em vez de fricção?
Compliance vira freio quando é colocado no final do processo. Quando a empresa desenha produto, dados e operação sem considerar compliance desde o início, qualquer exigência regulatória parece um obstáculo.
A arquitetura precisa nascer com compliance embutido. Isso significa dados rastreáveis, permissões bem definidas, logs, trilhas de auditoria, conciliação, validação de identidade, monitoramento de comportamento, regras de exposição, gestão de risco e relatórios consistentes. Tudo isso precisa fazer parte do desenho operacional, não ser uma camada improvisada depois.
Quando compliance é nativo, ele protege o negócio, o usuário e a marca.
Ele reduz retrabalho, evita decisões sem evidência, melhora a relação com reguladores e dá mais confiança para crescer.
A grande mudança de mentalidade é entender que compliance não compete com crescimento. No mercado regulado, compliance é uma condição para o crescimento ser duradouro.
Como você vê a evolução do Nordeste como o segundo maior polo de iGaming? É uma questão de custo operacional ou existe uma “escola de execução” específica que está surgindo na região?
Reduzir o Nordeste a custo operacional é não entender o que está acontecendo.
Existe, sim, uma escola de execução surgindo na região. Ela combina proximidade com o mercado consumidor, capacidade técnica, pragmatismo, velocidade de adaptação e uma cultura muito forte de resolver problema real.
O Nordeste não está apenas fornecendo mão de obra. Está formando lideranças, times técnicos, operações, visão de produto e inteligência de mercado.
O iGaming brasileiro exige uma combinação rara: tecnologia, regulação, dados, marketing, pagamentos, atendimento, risco e responsabilidade.
Essa combinação não se constrói apenas importando plataforma. Ela se constrói com gente que entende o território, o usuário e a operação.
Vejo o Nordeste como um polo estratégico porque ele entrega algo que o mercado vai precisar cada vez mais: execução com contexto.
E, no próximo ciclo do iGaming regulado, contexto será tão importante quanto tecnologia.
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Brazil
Esportes da Sorte campaign celebrates fans’ resilience in support of Brazil
“Cheer Like a Corinthian”
In a World Cup year, Corinthians’ master sponsor uses the unwavering loyalty of the club’s fanbase as an example.
Brazilians’ relationship with the national team and their passion for football take on a new perspective in a World Cup year.
Master sponsor of Corinthians, Esportes da Sorte reinforces the club supporters’ long-standing reputation for unconditional loyalty with the launch of the “Cheer Like a Corinthian” manifesto, a movement aimed at reconnecting Brazilian fans with the national team.
Created by Agência Brenda, the project seeks to redefine the term “to choke” (“amarelar” in Portuguese), transforming it into a call for unwavering belief and determination.
“The campaign draws inspiration from the symbolic strength of Corinthians fans and football’s power to emotionally unite the country.
The idea is to encourage Brazilian supporters to reconnect with the national team through values such as loyalty, presence, and unconditional support,” said Davi Oliveira, Sponsorships Head at Grupo Esportes Gaming Brasil, owner of the Esportes da Sorte brand. Watch the video here.
The campaign debuted on Sunday (10), airing on TV Globo during programs such as Em Família, Eliana, and Fantástico. Simultaneously, the video was displayed on the giant screen at Neo Química Arena during the Corinthians 3–2 São Paulo derby, valid for the 15th round of the Brazilian Championship.
To bring the concept to life, players entered the pitch wearing shirts featuring the phrase “Cheer Like a Corinthian,” which was also displayed across the stadium’s LED boards.
Fans received handheld banners in the stands, while a giant flag bearing the campaign slogan was unveiled by supporters.
Directed by Lucca Meloni and Adriano Alarcon (Nocandy), the film’s visual identity uses symbolic elements to reinforce a sense of persistence.
Rain appears in unexpected settings, while the soundtrack, based on authentic fan chants — creates an immersive sensory atmosphere.
The production also featured real supporters, including historian Fernando Wanner and iconic Corinthians fan Wanda Vitorino, adding authenticity to the message.
“This campaign was developed with great responsibility because we were entering sacred territory. Hearing from legendary players like Marcelinho Carioca that we were on the right path was extremely important,” said Raphael Pinteiro, partner at Agência Brenda.
“Our intention was to inspire Corinthians fans through pride while making supporters of other clubs agree with the message: Brazil’s supporters need this spirit and determination,” added Bernardo Barbosa, also a partner at the agency behind the campaign.
“Convoque” campaign
Also inspired by the World Cup, Esportes da Sorte launched the “Convoque” campaign on Friday (8), using the brand’s iconic blue hat as a portal to a playful universe.
The film features celebrities such as Léo Santana, Jojo Todynho, and Marcelinho Carioca, transforming the user journey into a fun and immersive experience while always promoting responsible gaming.
Esportes da Sorte
Esportes da Sorte is one of Brazil’s leading sports betting platforms, operating entirely within the country and licensed by the Ministry of Finance (SPA/MF) under Esportes Gaming Brasil — the group that also owns the Onabet and Lottu brands.
The company belongs to a Great Place to Work-certified group and generates around 1,000 direct and indirect jobs. Its core pillars include innovation, responsible gaming, and support for market regulation.
Esportes da Sorte maintains strategic partnerships with institutions such as ANJL, IBIA, Sportradar, EBAC, and IAA, strengthening practices related to oversight, gambling harm prevention, and user protection.
Beyond sports betting, the company consistently invests in sports, culture, and social initiatives. It serves as master sponsor of clubs including Corinthians, Ceará, Ferroviária, and Náutico, while also supporting major cultural events such as Galo da Madrugada, Carnival celebrations in Recife, Olinda, Salvador, Maceió, Natal, Caicó, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, and São Paulo, as well as the Parintins Festival.
The brand also expands its digital presence through creative campaigns and influencer partnerships, strengthening engagement with audiences across online platforms.
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Augusto Melo
VaideBet Signs Record Shirt Sponsorship Deal with Corinthians
Corinthians, the Brazilian soccer giants, have become the latest club to join the sports betting wave in the country by signing a record shirt sponsorship deal with VaideBet.
The three-year agreement will be worth a total of R$370 million ($75.9 million), or R$120 million per year, which is claimed to be the biggest sponsorship deal in the history of Brazilian soccer.
This usurps the record set just last week by Flamengo who agreed a two-year deal with betting platform Pixbet worth R$85 million annually.
VaideBet’s agreement with Corinthians will cover the men’s and women’s teams, as well as the club’s basketball and futsal sides.
New Corinthians president Augusto Melo, who was appointed on January 2, said: “We are very happy to bring Corinthians the biggest sponsorship in the history of Brazilian football, the result of negotiations that began during the campaign.
“We always insist that Corinthians has the biggest brand in South American football and one of the biggest in the world. So I insist: no one can think small at this club. Little by little we will recover credibility.”
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