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The power of sweepstakes: how Infingame brings strategic value to the iGaming market

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Infingame is strengthening its position in one of the fastest-growing segments of the iGaming industry, leveraging deep expertise in sweepstakes to help operators and game developers unlock new growth opportunities.

Over the past year, sweepstakes have moved from a niche concept to a major focus area, particularly in North America, where the model has gained significant traction across the US, with growing interest in markets such as Canada and Australia. This momentum is being driven by a fundamental shift in how players engage with gaming products.

“Sweepstakes introduce a different kind of experience,” said Dmytro Kryvorchuk, COO at Infingame. “By using token-based systems, the focus moves away from immediate financial outcomes and towards entertainment, progression, and longer player sessions.”

Infingame has positioned itself as a bridge between traditional iGaming and the sweepstakes ecosystem. While its aggregation platform connects operators to over 150 game providers, only a limited number currently offer sweepstakes-adapted content. To address this gap, Infingame works closely with studios to support the transition.

“Developing for sweepstakes is not a simple port of existing games,” Dmytro Kryvorchuk noted. “Studios must rethink everything, from language and UX to mechanics and compliance. Terms like ‘bet’ or ‘cash’ often need to be replaced entirely, and dual-currency logic must be built into the core experience.”

Infingame supports this process through technical integration, regulatory guidance, and a streamlined API that allows developers to adapt and scale content efficiently. The company has also played an active role in mentoring providers through the adaptation process, accelerating their entry into the sweepstakes market and expanding the available content pool for operators.

This collaborative approach has enabled Infingame to build a strong foothold in North America, working alongside some of the region’s largest sweepstakes operators. As a result, new clients can be onboarded quickly, with access to relevant content and practical expertise from day one.

A key differentiator lies in Infingame’s role beyond aggregation. The company acts as a strategic partner, helping operators navigate the complex and often fragmented regulatory landscape. In North America, where requirements vary significantly between states, compliance remains a central challenge.

“We don’t just provide content, we help operators understand how to structure their platforms correctly,” Kryvorchuk said. “That includes everything from choosing the right mechanics and terminology to connecting them with legal advisors, payment providers, and financial partners who specialise in sweepstakes.”

As the market matures, Infingame continues to invest in expanding its sweepstakes offering. The company is actively onboarding new providers, sharing market insights, and supporting studios in navigating regulatory nuances.

At the same time, Infingame is enhancing its engagement toolkit. Early results have shown measurable increases in player activity and retention, particularly in reactivating dormant users. Building on this momentum, new features such as Challenges are being rolled out to give operators additional ways to drive engagement and differentiate their offering in an increasingly competitive space.

By combining content, technology, and hands-on expertise, Infingame is helping shape the future of sweepstakes, transforming it from an emerging trend into a sustainable, high-value segment of the global iGaming industry.

About Infingame  

Infingame is a leading game aggregator built to help operators move faster and scale smarter. Through a single API integration, the platform gives access to a portfolio of over 16,000 games from more than 150 providers, allowing partners to launch quickly without dealing with multiple integrations.

Delivered via a single API, Infingame offers unparalleled technical excellence, the industry’s fastest spin times, exclusive tournaments and strategic partnerships with top-tier operators in North America, LatAm and beyond. Spanning a portfolio of slots, crash games, sweepstakes and live casino, book a demo via the LinkedIn page, website or at [email protected].

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Brasil

No próximo ciclo do iGaming regulado, contexto será tão importante quanto tecnologia”

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O Esportes Gaming Brasil, companhia 100% nacional por trás das marcas Esportes da Sorte, Onabet e Lottu, vive um dos seus períodos mais ativos desde o lançamento sob o marco regulatório brasileiro de apostas.

O grupo se posiciona hoje como o segundo maior operador do país, com a maior parte da sua tecnologia desenvolvida e gerida internamente a partir de Recife, no Nordeste brasileiro.

A companhia conquistou a certificação Great Place to Work, o ouro no Prêmio CX ClienteSA 2026 na categoria “Apostas Esportivas e Jogos Online”, após auditoria independente conduzida pela V2 Consulting,

O Esportes da Sorte acaba de lançar duas campanhas de grande repercussão: “Torça como um Corinthiano”, construída em torno da parceria da marca com o Corinthians e da resiliência de uma das torcidas mais apaixonadas do futebol brasileiro, e “Convoque“, campanha multiplataforma para a Copa do Mundo que transforma o icônico chapéu azul do Esportes da Sorte em um universo narrativo com criadores, músicos e personalidades do esporte.

No centro da infraestrutura tecnológica da companhia está Ruy Conolly, Chief Technology Officer do grupo.

Nesta entrevista, Conolly fala sobre como a companhia construiu sua própria camada interna de inteligência para risco, dados e governança; por que o Nordeste se tornou um hub estratégico real para o iGaming no Brasil; e o que significa tratar o compliance como infraestrutura e não como burocracia.

GA – Ruy, você estruturou uma camada interna de inteligência operacional, dados e governança de risco. Como essa tecnologia se diferencia das soluções de mercado e qual foi o maior desafio técnico ao integrá-la aos fluxos críticos da operação?

Ruy Conolly – Eu costumo dizer que a principal diferença não está apenas no uso de inteligência artificial, mas na capacidade de transformar dados operacionais em decisão confiável e auditável.

As soluções de mercado são importantes e cumprem um papel relevante, mas muitas vezes chegam como camadas externas, padronizadas, com baixa aderência ao contexto real da operação.

O que buscamos internamente foi construir uma camada de inteligência mais próxima da jornada transacional, dos eventos operacionais, dos sinais de risco e dos requisitos regulatórios brasileiros.

O maior desafio técnico não foi simplesmente processar volume. Volume se resolve com infraestrutura. O desafio real foi criar uma arquitetura em que os dados fossem consistentes, auditáveis e úteis para tomada de decisão.

Em uma operação regulada, um sinal mal calibrado pode gerar fricção desnecessária para o cliente, enquanto um sinal ausente pode gerar risco para a empresa. Então a tecnologia precisa equilibrar velocidade, precisão e governança.

Para mim, esse é o ponto central: IA em iGaming não pode ser tratada como ornamento. Ela precisa estar ligada a dados bem estruturados, rastreabilidade, critérios claros e capacidade de revisão humana.

Você frequentemente destaca o Nordeste como um motor estratégico. Como a localização da sua equipe de tecnologia influencia na agilidade para implementar mudanças regulatórias em comparação com operadoras que dependem 100% de plataformas estrangeiras?

A localização influencia menos pelo CEP e mais pela proximidade cultural, operacional e decisória com o problema.

O Nordeste tem uma característica muito forte de execução. As pessoas estão próximas do negócio, entendem o comportamento do público brasileiro, conhecem a dinâmica local de pagamento, atendimento, aquisição, risco e operação.

Isso cria uma vantagem importante em um mercado regulado, porque a regulação não é apenas uma regra jurídica; ela precisa virar fluxo de produto, validação de dados, permissão, relatório, alerta, atendimento e experiência do usuário.

Quando uma operadora depende 100% de uma plataforma estrangeira, muitas vezes ela entra em uma fila global de prioridades.

A mudança regulatória brasileira concorre com demandas de outros países, outros mercados e outros roadmaps. Quando você tem inteligência técnica local, consegue traduzir a exigência regulatória em execução com muito mais velocidade.

O Nordeste, nesse sentido, não é uma alternativa periférica. É um centro real de capacidade operacional, tecnológica e estratégica para o setor.

Você esteve à frente de iniciativas educativas, como workshops sobre manipulação de resultados para atletas. Como o seu time de tecnologia trabalha em conjunto com ferramentas de monitoramento global, como Sportradar, para detectar anomalias que possam indicar manipulação de resultados?

A integridade esportiva precisa ser tratada como um ecossistema. Não existe uma única ferramenta, uma única base ou uma única leitura capaz de resolver tudo sozinha.

Ferramentas globais de monitoramento são fundamentais porque trazem uma visão ampla de mercado, padrões internacionais, movimentações atípicas e inteligência especializada.

O papel do time de tecnologia interno é conectar esses sinais com a realidade operacional da casa: dados de apostas, comportamento transacional, histórico, exposição, limites, padrões de recorrência e contexto local.

Mas existe um ponto importante: tecnologia não substitui governança. Ela organiza sinais, reduz ruído, melhora tempo de resposta e ajuda a priorizar investigação. A decisão responsável exige processo, análise humana, registro, rastreabilidade e interação com áreas como risco, compliance, jurídico e integridade.

Nos workshops, a mensagem para atletas é complementar a isso: manipulação de resultados não é apenas um problema de aposta. É um problema de educação, cultura, prevenção e responsabilidade

coletiva. Tecnologia ajuda a detectar, mas o setor precisa também atuar antes do problema acontecer.

Ao integrar soluções de parceiros, qual é o seu critério técnico principal para garantir que a experiência do usuário não sofra latência, considerando a infraestrutura de internet brasileira?

O primeiro critério é entender que integração não pode ser tratada apenas como conexão técnica. Integração é experiência do usuário, risco operacional e reputação da marca.

Antes de qualquer integração relevante, avaliamos estabilidade, tempo de resposta, resiliência, observabilidade, capacidade de auditoria e impacto na jornada. Não basta o parceiro funcionar em um ambiente controlado.

Ele precisa funcionar bem na realidade brasileira, com diferentes dispositivos, redes móveis, regiões e padrões de conectividade.

O ponto principal é desenhar a arquitetura para evitar que uma dependência externa degrade a experiência como um todo. Isso envolve monitoramento, filas, tratamento de falhas, retentativas controladas, logs claros, SLAs bem definidos e uma visão muito objetiva sobre o que é crítico para o usuário.

No fim, o usuário não quer saber se a latência veio da plataforma, do provedor, do jackpot, do meio de pagamento ou da autenticação. Para ele, a experiência é uma só. Por isso, o CTO precisa olhar integração como produto, não apenas como API.

Você mencionou que o iGaming virou um “empilhamento” de integrações que gera ruído. Na sua visão, qual é o primeiro passo para um CTO “desempilhar” essas camadas e devolver ao executivo uma visão clara, sem dashboards inflados e métricas redundantes?

O primeiro passo é separar dado de decisão. O mercado de iGaming criou uma cultura de muitos dashboards, muitas telas, muitos relatórios e pouca clareza.

Isso dá uma sensação falsa de controle. O executivo não precisa de mais uma tela; ele precisa entender o que está acontecendo, qual risco merece atenção, qual indicador realmente move o negócio e qual métrica está apenas repetindo outra com nome diferente.

Para “desempilhar”, o CTO precisa mapear as fontes de verdade. Quem é o dono do dado? Qual sistema registra o evento original? Qual métrica é operacional, qual é financeira, qual é regulatória e qual é apenas analítica? Sem isso, cada área cria seu próprio número, e a empresa passa a discutir relatório em vez de discutir decisão.

Depois vem a governança: padronização de conceitos, reconciliação, rastreabilidade, redução de redundância e construção de uma camada executiva simples.

A boa arquitetura não é a que mostra tudo. É a que mostra o essencial com confiança.

Como a estruturação de uma autenticação federada e a segmentação real de permissões deixam de ser apenas um item de segurança e passam a ser uma ferramenta de velocidade para o negócio?

Quando autenticação e permissões são mal desenhadas, segurança vira burocracia. Quando são bem desenhadas, segurança vira velocidade.

Em uma operação regulada, cada área precisa acessar o que é necessário para executar bem, mas sem exposição indevida de dados sensíveis. Se tudo depende de liberações manuais, exceções, acessos genéricos ou perfis amplos demais, a empresa fica lenta e vulnerável ao mesmo tempo.

A autenticação federada e a segmentação real de permissões criam um modelo mais maduro: acesso por função, trilha de auditoria, segregação de responsabilidade e redução de risco operacional.

Isso permite que tecnologia, compliance, atendimento, financeiro, risco e liderança trabalhem com mais autonomia, mas dentro de limites claros.

O ganho para o negócio é direto. Menos fricção interna, menos improviso, menos risco de vazamento, mais velocidade para lançar produtos, responder auditorias, atender regulador e tomar decisão.

Como a tecnologia da Esportes da Sorte está estruturada para garantir que o crescimento seja sustentável e não “frágil”, especialmente quando a escala de usuários sobe bruscamente?

Crescimento frágil é aquele que depende apenas de campanha, mídia ou volume. Crescimento sustentável exige estrutura.

Do ponto de vista tecnológico, isso passa por alguns pilares: dados confiáveis, integrações resilientes, observabilidade, segurança, governança de acesso, capacidade de auditoria e processos preparados para escala.

Em iGaming, não adianta crescer se a operação não consegue conciliar pagamentos, responder ao usuário, monitorar risco, proteger dados e cumprir exigências regulatórias.

A tecnologia precisa ser pensada como infraestrutura crítica. Ela não aparece apenas quando há problema. Ela sustenta a experiência do usuário, a operação financeira, a relação com parceiros, o compliance e a credibilidade da marca.

A minha visão é que escala não se mede apenas por quantos usuários entram. Mede-se por quanto da operação continua confiável quando esse volume cresce rapidamente.

É aí que se separa uma operação madura de uma operação apenas barulhenta.

Você disse no BiS SiGMA Americas que tecnologia não é mais diferencial, mas sim a execução. O que o time técnico no Nordeste entrega hoje, em termos de proximidade com o problema, que as soluções “enlatadas” estrangeiras não conseguem acompanhar?

A tecnologia virou mais acessível. Cloud, IA, APIs, provedores, dashboards e ferramentas estão disponíveis para todos. O diferencial deixou de ser ter acesso à tecnologia. O diferencial passou a ser saber executar com contexto.

Um time técnico próximo do problema entende as particularidades do usuário brasileiro, do PIX, da operação local, da regulação, do atendimento, da fraude, da comunicação e da velocidade com que o mercado muda. Essa proximidade permite ajustar rota mais rápido e construir soluções menos genéricas.

Soluções estrangeiras são importantes e fazem parte do ecossistema, mas muitas vezes elas chegam com uma lógica global. O Brasil exige adaptação. O Nordeste entrega justamente essa leitura de campo: menos distância entre problema, decisão e execução.

Na prática, isso significa transformar complexidade em rotina operacional. E essa talvez seja uma das capacidades mais valiosas do mercado regulado.

Muitos veem o compliance como um freio. Como você está desenhando a arquitetura para que as novas regras de 2026 sejam integradas de forma nativa, transformando o compliance em proteção em vez de fricção?

Compliance vira freio quando é colocado no final do processo. Quando a empresa desenha produto, dados e operação sem considerar compliance desde o início, qualquer exigência regulatória parece um obstáculo.

A arquitetura precisa nascer com compliance embutido. Isso significa dados rastreáveis, permissões bem definidas, logs, trilhas de auditoria, conciliação, validação de identidade, monitoramento de comportamento, regras de exposição, gestão de risco e relatórios consistentes. Tudo isso precisa fazer parte do desenho operacional, não ser uma camada improvisada depois.

Quando compliance é nativo, ele protege o negócio, o usuário e a marca.

Ele reduz retrabalho, evita decisões sem evidência, melhora a relação com reguladores e dá mais confiança para crescer.

A grande mudança de mentalidade é entender que compliance não compete com crescimento. No mercado regulado, compliance é uma condição para o crescimento ser duradouro.

Como você vê a evolução do Nordeste como o segundo maior polo de iGaming? É uma questão de custo operacional ou existe uma “escola de execução” específica que está surgindo na região?

Reduzir o Nordeste a custo operacional é não entender o que está acontecendo.

Existe, sim, uma escola de execução surgindo na região. Ela combina proximidade com o mercado consumidor, capacidade técnica, pragmatismo, velocidade de adaptação e uma cultura muito forte de resolver problema real.

O Nordeste não está apenas fornecendo mão de obra. Está formando lideranças, times técnicos, operações, visão de produto e inteligência de mercado.

O iGaming brasileiro exige uma combinação rara: tecnologia, regulação, dados, marketing, pagamentos, atendimento, risco e responsabilidade.

Essa combinação não se constrói apenas importando plataforma. Ela se constrói com gente que entende o território, o usuário e a operação.

Vejo o Nordeste como um polo estratégico porque ele entrega algo que o mercado vai precisar cada vez mais: execução com contexto.

E, no próximo ciclo do iGaming regulado, contexto será tão importante quanto tecnologia.

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Evoplay promotes Diana Larina to Chief Marketing Officer

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Evoplay has promoted Diana Larina to Chief Marketing Officer, expanding its senior leadership team. The company said Larina will continue to lead its brand, performance and product marketing teams, with a focus on growth, strategy and market positioning.

Larina joined Evoplay in 2022 as Head of B2B Marketing. She was promoted to Head of Growth Marketing in 2023 and then appointed Head of Marketing in November 2024.

Evoplay credited Larina with leading major campaigns and helping shift the business towards a more B2C-focused approach aimed at strengthening player engagement. The company also highlighted award nominations including Woman Leader of the Year at the AffPapa iGaming Awards, Young Changemaker at the Casino Guru Awards, Marketing Star of the Year at the G Gate Awards, Young Leader of the Year at the WIG Diversity Awards, and a debut appearance on the Top 50 Masters of iGaming Marketing list.

Diana Larina, CMO at Evoplay, said: “I’m incredibly proud of what the marketing team has achieved at Evoplay and I’m excited about what comes next. This promotion is a reflection of the hard work of everyone around me, and I look forward to continuing to push boundaries, build the brand and drive growth as we expand our presence across global markets.”

Ivan Kravchuk, CEO at Evoplay, added: “From the moment Diana joined us, she demonstrated exceptional drive, leadership and ambition. Her journey through the company is a testament to both her talent and dedication, and this promotion to CMO is incredibly well deserved. Diana has consistently delivered impactful results while inspiring those around her, and I’m confident she will continue to play a key role in shaping Evoplay’s future.”

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Peter & Sons launches game portfolio on Solverde in Portugal

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Peter & Sons has launched its game portfolio on Solverde, bringing the studio’s titles to one of Portugal’s best-known regulated online casino brands.

Solverde said it operates a library of more than 3,000 casino game titles and is part of the Solverde Group. The operator is regulated in Portugal under the supervision of SRIJ.

The companies said additional Peter & Sons titles are expected to roll out “in the coming months” as the partnership expands.

Yann Bautista, Founder and Commercial Director at Peter & Sons, said: “We’re excited to bring our diverse portfolio of art-driven games to the Portuguese market alongside an esteemed partner in Solverde. Their commitment to quality and superior gaming experiences makes them an ideal home for Peter & Sons titles, and we look forward to growing together in this vibrant market.”

Claudia Pinheiro from Solverde said: “Peter & Sons’ bold creative direction aligns with our own progressive outlook, and we’re delighted to bring the studio’s creations to our audience.”

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